
”Quase tudo o que ele me falou eu aprendi. Quase tudo que ele fazia eu aprendi. Quase tudo que ele demonstrava sentir eu sentia também. Quase tudo que ele me ensinou eu decorei. Quase tudo que ele achava engraçado tinha graça, Quase tudo que o envolvia durante a noite me lembrava. Quase tudo nele era perfeito. Quase tudo nele era um tanto quanto engraçado. Ele era chata, feioso, branquelo, do cabelo ruim, de pele crespa, de atitudes infantis , de uma voz que me fazia rir, dono de um sorriso que me encantava e repleta inúmenas coisas que me faziam estar ali parada olhando naqueles olhos coloridos mas de apenas uma cor só que não sei definir. Mas TUDO nele me faria um dia parar, pensar e dizer… ESTOU TÃO FELIZ! ”
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